A home page foi uma das primeiras formas populares de presença individual na Internet. Antes dos perfis em redes sociais, era comum uma pessoa criar seu próprio espaço para reunir links, fotos, textos, gostos pessoais e pequenos experimentos.

No Princípio era o Verbo, e o Verbo eram as pessoas poderem criar seus espaços individuais, as home pages na Internet. Chamavam de minha hp:

Toda HP tinha um contador de visitas e um livro de visitantes. Coisas que encontramos em lugares como museus. Isso evoluiu para quantidade de visualizações e comentários que vemos nas redes sociais.

GeoCities nos EUA foi precursor em oferecer um lugar gratuito. No Brasil tivemos o hPG, onde Fábio Akita trabalhou.

A coisa evolui para blog, website, sítio — em português lusitano — ou simplesmente site. A coisa se reinventa com indie web e digital garden.

A prática derivou profissões no início dos anos 2000 como webmaster e webdesigner.

Essa ideia volta a fazer sentido quando a web social fica excessivamente centralizada. Ter uma página própria é uma forma de recuperar algum controle sobre identidade, memória e publicação.

A nova web

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