Palavra-passe ou senha. Em 1961 um sistema operacional criado pelo MIT, o CTSS, foi o primeiro a implementar o mecanismo 1. De lá pra cá, a necessidade de lembrar algo “secreto” para acessar alguma coisa só aumentou. A bandidagem passou a se aproveitar da negligência das pessoas e começou facilmente a roubar essa informação, o que fez surgir a prática da autenticação multifator 2.

Os fatores da autenticação pessoal

Em essência, temos 3 fatores:

  • O que você sabe (something you know), como uma senha ou um PIN 3.
  • O que você tem (something you have), como um celular ou uma chave USB.
  • O que você é (something you are), como uma impressão digital ou reconhecimento facial.

Há uma extensão disso, onde considera-se 4

  • Onde você está (somewhere you are).
  • Algo que você faz (something you do).

A forma como os sistemas devem armazenar as senhas

O formato adequado é em hashing. Muitos arriscam aplicar algum algoritmo de criptografia, porém o método é reversível e não recomendado 5. Criando um hash da senha, no momento de fazer a autenticação, compara-se o informado pelo usuário com o armazenado no banco de dados.

Recuperação de senha em sistemas web

Fazendo uso desses mecanismos, percebe-se que há casos de armazenamento de senha em um formato não hash. Há outros sites, como a área para clientes da PortSwigger, onde não é possível alterar a senha, apenas regenerá-la.

Complexidade da senha

Há sistemas antigos, ou por usabilidade, que a senha não pode ser complexa, apenas numérica, com quantidade limitada. Neste caso, isso deixa de ser uma senha e torna-se um PIN.

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